quarta-feira, 15 de abril de 2009

Sinto muito, mas preciso falar

A EDUCAÇÃO DO CORAÇÃO


Drogas, corrupção, gravidez na adolescência, desintegração familiar, vícios, AIDS são alguns vilões responsáveis pela perda de valores básicos universais. Sentimentos como respeito, entendimento e fraternidade estão, praticamente, perdidos. Por isso, a violência cresce fortemente. Sofremos muito, pagamos um preço altíssimo porque não temos sido capazes de encontrar soluções eficazes e definitivas para as pragas sociais.
A pouca prioridade que se dá à educação tem sido apontada como a principal causa dos grandes problemas sociais. Entretanto, fazendo uma análise, mesmo superficial, vemos que tal argumento não se sustenta. Os noticiários mostram, diariamente, pessoas de alto nível intelectual e sócio-econômico envolvidas em corrupção, homicídios, crimes passionais, pedofilias e tantos outros desvios de conduta.
Esforços têm sido feitos- As igrejas cristãs vêm aumentado grandemente sua “leva” de fiéis, os governos tem investindo um pouco mais em educação, construindo, inclusive, mais salas de aulas. Entretanto em muitas escolas, o palco da violência, é a própria escola, a própria sala de aula. “O que é que há?”
Além do mais, países que colocam a educação como prioridade, também enfrentam problemas semelhantes aos nossos.
A resposta está, sim, na educação. Mas ela não pode priorizar apenas a obtenção de informação, o desenvolvimento intelectual e a aquisição de habilidades técnicas . Não se precisa raciocinar para deduzir que esse tipo de educação tem se mostrado ineficiente.
A educação verdadeira deve priorizar a ética e a moral, a edificação do caráter, o
fortalecimento e aperfeiçoamento da espiritualidade. Em outras palavras, precisamos de uma “educação do coração”, do contrário estaremos perpetuando a sociedade que “aí está”.

Marcos Antonio Vasco Rodrigues - Professor, escreve um texto por semana

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Publicado em: 15/04/2009
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2 comentários:

Guerrilheiro das Palavras disse...

Concordo que a saída passa por uma reformulação de como se educa. Também há problemas urgentíssimos como a fome, a miséria. Mazelas que abatem a massa como a violência, a ausência do poder do estado. Famílias ricas jogam a responsabilidade de educar nas costas da escola e tudo desanda. Uma sociedade igualitária é uma utopia, e pra mim seria necessário a extinção da realidade na qual vivemos.

ASAS AO TEMPO disse...

O maior problema é que faltam princípios... vivemos em uma guerra, onde ainda algumas famílias se esforçam para educar seus filhos em casa, mas de nada adianta, ele é deseducado lá fora...
Você ensina um caminho a seguir e a mídia mostra outro, os pais se tornam quadrados...
A Bíblia nos deixou uma verdade um caminho a ser seguido e é o mais fácil de todos para sermos felizes... sem complicações, o Mestre Maior nos deixou a matéria do AMOR para ser aplicada...
Só que a sociedade inventa novas alternativas desmantelando famílias ...hoje estamos vivendo a era do vale tudo... infelizmente...
Você como professor deve sentir essa mudança na pele, professores não tem voz ativa em salas de aula, os pais apóiam os filhos nas desavenças e ofensas chegando até a agressão ... está difícil... mas não impossível se a gente ainda querer mudar! ABRAÇOS.

Teresa Cordioli